A Campanha “Junho Verde” tem o objetivo dedicar o mês de junho todo para sensibilizar a sociedade sobre a importância do cuidado ambiental.
Tradicionalmente, o movimento Renovar Nosso Mundo comemora a Semana do Meio Ambiente, na primeira semana de junho, mês que acolhe algumas datas importantes relacionadas ao meio ambiente, tais como o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 05 de junho, o Dia nacional da educação ambiental, no dia 03 de junho, o Dia da Ecologia, dia 05 de junho, o Dia dos catadores de materiais recicláveis, dia 07 de junho, e o Dia de combate à desertificação e à seca no dia 17 de junho.
Movimentos sociais e religiosos emitem Nota Pública para manifestar apoio ao povo Yanomami e rechaçar a violência e os ataques armados empreendidos por garimpeiros que atuam ilegalmente em Terras Indígenas.
Como articular educação ambiental, teologia, mordomia cristã e missão? Este é o desafio sobre o qual a professora Ângela Maringoli se debruça em seu livro “Teoambientologia: Um Desafio para a Educação Teológica”, publicado em 2019 pela editora Recriar. Ângela Maringoli participa do movimento Renovar Nosso Mundo, como integrante do Grupo de trabalho Teológico/Pastoral, e possui uma extensa experiência acadêmica, com mestrado e doutorado em Ciências da Religião, pela Universidade Metodista de São Paulo.
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Foto: Escola Beta. Instituto Novo Sertão.[/caption]
A Rede Semear nasceu como um projeto de caráter emergencial, em resposta aos impactos da Covid-19, com o objetivo de promover agroecologia e geração de renda. A agroecologia é um método sustentável, que não faz uso de agrotóxicos e aposta na diversificação de plantios. Não se trata apenas do cultivo em si, mas de toda uma forma de se relacionar com a terra e com a sociedade.
Por René Padilla
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Paisagismo para espaços urbanos e arranha-céus (Lush), Cingapura, 2019.[/caption]
Um dos fatores que mais afetam o meio ambiente é, sem margem de dúvida, a urbanização. Ela nos afeta do ponto de vista ecológico, mas também afeta a possibilidade de viver em lugares onde se pode desfrutar dos benefícios da criação de Deus.
O que uma jovem ativista climática de São Paulo, um pastor terena do Mato Grosso do Sul, um pastor sertanejo de Pernambuco e uma pesquisadora em recursos hídricos do Pará tem a nos dizer sobre o uso da água? Quais são os desafios para a igreja evangélica brasileira sobre esta temática?
Quando o assunto é ÁGUA, como igrejas e organizações cristãos atuam para promover o acesso a água potável e o cuidado com a criação de Deus?
Água é vida - "Se alguém está com sede que venha"
As culturas em todo o mundo veem a água com um respeito sagrado. É conhecido por sua capacidade de dar vida e limpar. Não é de admirar, então, que Jesus promete “dar de graça das fontes da água da vida” (Apocalipse 21: 6) a todos os que têm sede. Em seu evangelho, João esclarece que a água viva que Jesus oferece se refere ao Espírito de Deus (João 7:39), mas a associação com a água física não deve ser descartada. Sem água limpa não pode haver vida (Êxodo 17: 3). O fornecimento gratuito de água abundante é um sinal da bondade shalom do reino de Deus (Deuteronômio 8: 7, Salmo 65: 9, Isaías 55: 1, Ezequiel 47: 9, Apocalipse 22: 1-2). O acesso à água potável é um direito inalienável de Deus para todos os humanos (Mateus 5:45), não deve ser negado e não deve ser mercantilizado e vendido injustamente (A Bíblia e os ODS).Por Agnaldo Pereira Gomes Membro do GT Teológico/Pastoral do movimento Renovar Nosso Mundo
“Depois o Senhor Deus plantou um jardim na região do Éden, no Leste, e ali pôs o ser humano que ele havia formado. [...], para cuidar dele e nele
O potencial das comunidades religiosas para fazer a diferença no meio ambiente é um fator reconhecido pelo Programa da ONU Meio Ambiente. A Diretora desse programa, Iyad Abumoghli, afirma que:
“As comunidades religiosas, motivadas por valores espirituais e movidas por uma responsabilidade ética, exercem enorme influência social e política quando se trata de promover ações para restaurar os ecossistemas.”
Em outubro de 2020, a organização evangélica de maior expressão nacional voltada para questões ambientais, A Rocha Brasil, comunicou oficialmente o encerramento das atividades no país. Segundo a diretoria, a crise financeira foi o principal motivo para o fechamento da organização: “Tínhamos planos, projetos, pessoas mobilizadas, mas nos faltava recurso financeiro para as atividades. Após alguns anos lutando para nos manter em atividade, reconhecemos que era preciso parar.”
